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Breves 28/06/2010
Variação das cotações entre 18/06 e 25/06, em moeda
local
A
Comissão Europeia não se mostra pressionada em divulgar as medidas
compensatórias que a Aegon deve pagar após ter recebido três mil
milhões de euros de ajudas públicas. Isto torna difícil para a administração
assumir um compromisso firme relativo aos objectivos financeiros a médio
prazo.
Assim, numa conferência com os investidores, o grupo
limitou-se a grandes linhas estratégicas: desejo de vender activos nos Estados
Unidos no ramo dos seguros vida e saída parcial do Reino Unido para investir
em países mais dinâmicos. Nada de novo.
A acção é, na nossa opinião, demasiado penalizada pelo
contexto difícil. Caso aceite o nível de risco ****, pode
comprar.
O governo espanhol decidiu congelar o aumento das
taxas de electricidade, previsto para 1 de Julho. Em simultâneo, foi
anunciado um pacto com a oposição para rever o sistema espanhol de
electricidade (custos, preços, mix de produção).
Embora não acreditemos que seja motivo para alterar as
recomendações para o longo prazo, a incerteza pode penalizar as cotações no curto prazo, pelo que
subimos o nível de risco.
A Sage lançou uma oferta de compra sobre a Teta, uma
pequena empresa polaca de software. A operação será paga em dinheiro
e através de dívida financiada.
A aquisição da Teta parece-nos pertinente, na medida em que
alarga a oferta da Sage na Europa do Leste (nomeadamente Polónia e Hungria).
E, sobretudo, o preço é interessante.
A acção está barata. Compre.


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